Amphibulimidae P. Fischer & Crosse, 1873

Família Amphibulimidae · Gastropoda · Stylommatophora · Orthalicoidea · Família neotropical de gastrópodes terrestres arborícolas, com distribuição concentrada no norte da América do Sul, Antilhas e América Central.

Amphibulimidae - Plekocheilus, Dryptus e gêneros aparentados

Representantes da família Amphibulimidae. Conchas globosas a fusiformes, frequentemente vivas em coloração e marcadas por peristômio expandido — caracteres associados à vida arborícola em florestas tropicais neotropicais.

A família Amphibulimidae reúne gastrópodes terrestres arborícolas de médio a grande porte, com diversidade concentrada no norte da América do Sul — Colômbia, Venezuela, Equador, Peru — e em ilhas das Antilhas. Cinco gêneros são reconhecidos atualmente, dos quais Plekocheilus Guilding, 1828, é o mais diverso, com cerca de 80 espécies viventes, e o único de presença marcante no Brasil.

Características gerais

Os Amphibulimidae são gastrópodes pulmonados terrestres de hábitos predominantemente arborícolas, vivendo em folhagem, troncos e dosséis de florestas úmidas tropicais neotropicais. Diferem dos Cyclodontinidae e Tomogeridae — famílias-irmãs em Orthalicoidea — pela ausência de barreiras aperturais, pela tendência a conchas mais delgadas, frequentemente coloridas, e pela preferência ecológica por ambientes úmidos em vez de áridos.

A família foi originalmente proposta como subfamília Amphibuliminae dentro de Orthalicidae, com base na taxonomia de Bouchet & Rocroi (2005). Breure et al. (2010), com base em sequências de 28S rRNA, elevaram-na ao nível familiar — Amphibulimidae — e o trabalho posterior de Salvador et al. (2023) confirmou sua posição filogenética como família-irmã de Orthalicidae sensu stricto, na base do clado Orthalicoidea. Os autores notaram que ambas as famílias têm suporte estatístico fraco em análises moleculares atuais; é possível que estudos futuros venham a recombinar Amphibulimidae sob Orthalicidae como sinônimo júnior. Por ora, a separação é mantida.

A distribuição geográfica da família é eminentemente neotropical: Colômbia (24 espécies em dois gêneros, Borrero & Breure, 2011), Venezuela (24 espécies em dois gêneros, Vera Caripe & Agudo-Padrón, 2022), Equador, Peru, Bolívia, Brasil, Guianas, Suriname, Panamá, e nas Antilhas — Guadalupe, Dominica, Martinica, Porto Rico e Trinidad. O centro de diversidade está claramente no norte da América do Sul, com as encostas andinas colombianas e venezuelanas representando a área de maior endemismo.

Cerca de oitenta espécies viventes são reconhecidas atualmente na família, distribuídas em cinco gêneros. O contingente brasileiro é representado quase exclusivamente pelo gênero Plekocheilus, com algumas espécies registradas no Norte e Sudeste do país, principalmente em áreas de Mata Atlântica e regiões amazônicas. Dryptus, Amphibulima, Gaeotis e Pellicula não têm representantes no Brasil, sendo gêneros restritos a outras regiões da neotrópica.

Características da concha

Diagnose conquiliológica da família Amphibulimidae
FormaConchas tipicamente médias a grandes, geralmente entre 20 e 120 mm de altura. Formato globoso a fusiforme, com voltas progressivamente expandidas. Dryptus alcança os maiores tamanhos (até 116 mm); Pellicula e Amphibulima tendem a formas menores.
EspiraVariável conforme o gênero — espira baixa e arredondada em Amphibulima e Pellicula; mais alongada e cônica em Plekocheilus e Dryptus. Tipicamente 5 a 7 voltas em adultos.
AberturaAmpla, oval-alongada, frequentemente ocupando metade ou mais da altura total da concha em Amphibulima. Sem barreiras aperturais — caráter diagnóstico que separa a família de Cyclodontinidae e Tomogeridae.
PeristômioTipicamente expandido e refletido, frequentemente espessado em adultos. Cor do peristômio é caráter útil para distinção específica em Plekocheilus: rosado, laranja, amarelado ou branco.
EsculturaCaracterística diagnóstica importante: muitas espécies apresentam escultura espiral fina formada por séries de pontuações ou granulações organizadas, particularmente bem desenvolvida em Plekocheilus e Dryptus. Amphibulima tipicamente lisa ou com estrias muito finas.
ColoraçãoFrequentemente vívida e variável: marrom, alaranjada, amarelada, com bandas espirais ou padrões em chamas. Plekocheilus apresenta a maior diversidade cromática, com algumas espécies (como P. aurissileni) entre os caracóis terrestres mais coloridos do Neotrópico.
ColumelaGeralmente lisa, sem dentes ou pregas, em alguns gêneros torcida ou refletida. Em Plekocheilus, a columela tipicamente apresenta torção característica — daí o nome do gênero, do grego “lábio dobrado”.

A ausência de barreiras aperturais é o caráter mais imediatamente útil para distinguir Amphibulimidae das famílias-irmãs Cyclodontinidae e Tomogeridae, que tipicamente apresentam dentes, lamelas e pregas na abertura. Em compensação, os Amphibulimidae frequentemente exibem padrões de coloração e ornamentação muito mais elaborados — característica relacionada ao hábito arborícola em florestas tropicais, onde a concha precisa equilibrar visibilidade reduzida (camuflagem) com sinalização específica para parceiros reprodutivos.

Meio ambiente e habitat

A família Amphibulimidae apresenta forte associação com florestas tropicais úmidas neotropicais — característica que a distingue marcadamente de Cyclodontinidae e Tomogeridae, famílias-irmãs adaptadas a ambientes secos. Os principais ambientes de ocorrência incluem:

Florestas andinas (Colômbia, Venezuela, Equador, Peru): centro de maior diversidade da família, com Plekocheilus e Dryptus ocorrendo em ampla faixa altitudinal (de florestas tropicais de baixada até florestas de altitude até cerca de 3000 m). A Sierra Nevada de Santa Marta (Colômbia) e o maciço do Chimantá (Venezuela) abrigam endemismos notáveis.
Tepuis e maciços isolados da Guayana Venezuelana: habitat de espécies recém-descritas em isolamento extremo. Trabalhos de Breure (2009) e Breure & Schlögl (2010) revelaram diversas espécies novas de Plekocheilus em topos de tepuis venezuelanos — montanhas-mesa isoladas que funcionam como “ilhas” evolutivas em meio à savana e à floresta amazônica circundantes.
Amazônia (Brasil, Peru, Colômbia, Equador, Bolívia): distribuição de várias espécies de Plekocheilus, principalmente em florestas de terra firme e várzea. As espécies amazônicas tendem a ser de menor porte que as andinas e mais discretas em coloração.
Antilhas (Guadalupe, Dominica, Martinica, Porto Rico, Trinidad): habitat exclusivo dos gêneros Amphibulima, Pellicula e Gaeotis, com Plekocheilus também ocorrendo em Trinidad. Algumas espécies caribenhas têm distribuição extremamente restrita a uma ou duas ilhas, tornando-as alvos prioritários de conservação.
Florestas centro-americanas (Panamá): distribuição marginal norte da família, com algumas espécies de Plekocheilus.

Ao contrário dos Cyclodontinidae e Tomogeridae, os Amphibulimidae não desenvolveram estratégia de estivação prolongada — sua distribuição em ambientes consistentemente úmidos torna esse comportamento desnecessário. Em vez disso, são tipicamente ativos durante períodos chuvosos noturnos, quando se deslocam pela vegetação em busca de alimento (folhas, fungos, líquens) e parceiros reprodutivos. Durante o dia ou em períodos de baixa umidade, recolhem-se em fendas de cascas, axilas de bromélias e folhas dobradas.

Espécies de Plekocheilus e Dryptus são frequentemente encontradas em alturas consideráveis na vegetação — até dezenas de metros do solo, em troncos e galhos do dossel. Essa distribuição vertical complica os esforços de coleta científica e ajuda a explicar por que muitas espécies foram descritas com base em poucos exemplares e permanecem mal conhecidas em sua biologia.

Sistemática e taxonomia recente

A família Amphibulimidae foi tratada historicamente como subfamília Amphibuliminae dentro de Orthalicidae sensu lato, conforme a classificação de Bouchet & Rocroi (2005). Breure, Groenenberg & Schilthuizen (2010), com base em análises filogenéticas de sequências do gene 28S rRNA, recomendaram sua elevação ao nível de família — Amphibulimidae — separada de Orthalicidae sensu stricto. Esta decisão foi confirmada por estudos posteriores, incluindo o trabalho amplo de Salvador, Silva, Cavallari, Köhler, Slapcinsky & Breure (2023), que utilizou múltiplos marcadores moleculares (mitocondriais e nucleares) para reorganizar todo o Orthalicoidea.

No mesmo trabalho, Salvador e colegas observaram que tanto Orthalicidae quanto Amphibulimidae têm suporte estatístico fraco em filogenias atuais, e que estudos futuros mais completos podem vir a unir ambas as famílias sob o nome mais antigo, Orthalicidae. Por ora, a separação é mantida por estabilidade taxonômica e porque corresponde a diferenças morfológicas reconhecíveis. Outra observação importante: o gênero Plekocheilus, como tradicionalmente concebido, é parafilético — situação que sugere que vários de seus subgêneros (Eurytus, Eudolichotis, Aeropictus) podem vir a ser elevados ao nível genérico em revisões futuras.

Trabalhos importantes complementares incluem a revisão regional da família para a Colômbia e áreas adjacentes conduzida por Borrero & Breure (2011) em Zootaxa, com 61 táxons tratados; o catálogo de tipos da Amphibulimidae no Natural History Museum de Londres preparado por Breure & Ablett (2011) em ZooKeys; a descrição de novas espécies da Guayana Venezuelana por Breure (2009) e Breure & Schlögl (2010); e o levantamento da coleção da Universidade Central da Venezuela por Vera Caripe & Agudo-Padrón (2022), com 14 espécies determinadas em 16 entidades geopolíticas do país.

Gêneros sul-americanos e da região neotropical

A família Amphibulimidae compreende atualmente cinco gêneros viventes, todos restritos à região neotropical (norte da América do Sul, Antilhas e América Central). A tabela a seguir apresenta cada gênero com sua distribuição geográfica, espécies-chave e ambiente preferencial:

Amphibulimidae — gêneros viventes
Plekocheilus Guilding, 1828
Gênero mais diverso e único de presença significativa no Brasil. Distribuição: Antilhas, Panamá, Colômbia, Venezuela, Equador, Peru, Bolívia, Brasil, Guianas, Suriname. Cerca de 80 espécies viventes. Quatro subgêneros tradicionalmente reconhecidos: Plekocheilus s.s., Eurytus Albers, 1850 (espécie-tipo: Helix pentadina d’Orbigny, 1835), Eudolichotis Pilsbry, 1896 e Aeropictus Weyrauch, 1967. Espécie-tipo: Caprella undulata Guilding, 1824 (atualmente P. aurissileni). Espécies-chave brasileiras: P. floccosus (Spix in J. A. Wagner, 1827), P. aurissileni (Born, 1778), P. coloratus (Nyst, 1845).
Dryptus Albers, 1860
Norte da América do Sul: Colômbia, Venezuela, Equador. Cerca de 7 a 9 espécies. Gênero conhecido pelas conchas de maior porte na família, podendo alcançar 116 mm. Espécies-chave: D. funckii (Nyst, 1843), D. moritzianus (Pfeiffer, 1847), D. pardalis (Férussac, 1821), D. marmoratus (Dunker, 1844) — esta endêmica da Venezuela. Não ocorre no Brasil.
Amphibulima Lamarck, 1805
Gênero-tipo da subfamília. Antilhas: Guadalupe, Dominica, Martinica. Conchas relativamente pequenas, semi-translúcidas, com abertura muito ampla. Espécies-chave: A. patula (Bruguière, 1789) — espécie-tipo, A. pardalina Guppy, 1868. Não ocorre na América do Sul continental nem no Brasil.
Pellicula P. Fischer, 1856
Antilhas, principalmente Guadalupe. Gênero monotípico ou com poucas espécies. Espécie-tipo: P. appendiculata (Pfeiffer, 1847). Conchas pequenas (~14 mm), semi-translúcidas e bastante delgadas. Não ocorre no Brasil.
Gaeotis Shuttleworth, 1854
Antilhas: Porto Rico (endêmico). Gênero peculiar com hábito de “lesma-semi-concha” — animais com concha reduzida em relação ao corpo, parcialmente coberta pelo manto. Pequeno número de espécies, todas restritas à ilha. Não ocorre no Brasil.

Distribuição geográfica geral

A família tem distribuição neotropical exclusiva, com diversidade concentrada em três grandes áreas:

Norte da América do Sul: centro de diversidade da família, com Colômbia (24 espécies em Dryptus e Plekocheilus) e Venezuela (24 espécies em Dryptus e Plekocheilus) representando o coração do endemismo amphibulimídeo. As encostas andinas, os tepuis da Guayana Venezuelana e a Sierra Nevada de Santa Marta são áreas-chave. Equador, Peru e Bolívia contribuem com diversidade complementar de Plekocheilus.

Antilhas: diversidade complementar concentrada em Guadalupe, Dominica, Martinica, Porto Rico e Trinidad, com endemismos restritos a uma ou duas ilhas. Os gêneros Amphibulima, Pellicula e Gaeotis são exclusivos das Antilhas. Plekocheilus também ocorre em Trinidad e algumas ilhas próximas ao continente.

Brasil e demais áreas amazônicas: componente brasileiro representado quase exclusivamente por Plekocheilus, com algumas espécies em florestas amazônicas e Mata Atlântica. Plekocheilus floccosus é a espécie brasileira mais emblemática, descrita pelos naturalistas Spix e Martius em sua expedição ao Brasil entre 1817 e 1820. A diversidade brasileira é modesta em comparação aos polos andinos da família.

Espécies brasileiras válidas

A lista acima contempla espécies de ocorrência confirmada no Brasil. O catálogo CdB segue sendo atualizado conforme novas descrições e revisões taxonômicas. Espécies dos gêneros Dryptus, Amphibulima, Pellicula e Gaeotis não ocorrem no Brasil mas integram o conjunto neotropical da família.

Notas históricas e curiosidades

Os bávaros Spix e Martius e o registro inicial da família no Brasil. A primeira descrição formal de uma espécie brasileira de Amphibulimidae foi feita por J. A. Wagner em 1827, com base em material coletado pela expedição bávara de Johann Baptist von Spix e Carl Friedrich Philipp von Martius ao Brasil entre 1817 e 1820 — uma das mais importantes expedições científicas estrangeiras à Amazônia e ao Brasil interior. Plekocheilus floccosus (atribuída a Spix mas formalmente publicada por Wagner) e diversas outras espécies dessa expedição compõem o núcleo histórico do conhecimento malacológico brasileiro.

O “tepuis” venezuelanos e os endemismos do Mundo Perdido. Os tepuis — montanhas-mesa de topo plano da Guayana Venezuelana — abrigam endemismos espetaculares de Amphibulimidae. Os trabalhos de Breure (2009: “New Orthalicidae from Venezuelan Guayana: unravelling secrets from the Lost World“) e Breure & Schlögl (2010) descreveram diversas espécies novas de Plekocheilus em isolamento geológico de milhões de anos. Os topos dos tepuis funcionam como ilhas evolutivas, com cada montanha frequentemente abrigando espécies próprias — caso paralelo, em escala continental, ao que Hyperaulax representa em escala insular oceânica em Fernando de Noronha.

Cores extremas em Plekocheilus. Várias espécies de Plekocheilus, particularmente do subgênero Aeropictus, exibem padrões de coloração entre os mais espetaculares conhecidos em gastrópodes terrestres — bandas espirais brilhantes em laranja, amarelo, vermelho e marrom, frequentemente em combinações vívidas. Essa diversidade cromática faz de Plekocheilus objeto de coleção apreciado, particularmente entre conquiologistas interessados em moluscos terrestres neotropicais.

Importância e conservação

Os Amphibulimidae não têm importância comercial direta — não são consumidos como alimento e suas conchas, embora visualmente atraentes, não circulam significativamente no comércio internacional. Sua relevância é, portanto, primariamente científica e de conservação.

Endemismo elevado. Várias espécies da família têm distribuição extremamente restrita, frequentemente associadas a maciços montanhosos isolados (tepuis, Sierra Nevada de Santa Marta) ou a ilhas pequenas (Antilhas Menores). A perda de habitat por desmatamento, pecuária extensiva e mineração é o principal vetor de pressão sobre essas populações.

Fauna mal conhecida. O hábito arborícola e a distribuição em florestas tropicais úmidas — frequentemente em altitudes consideráveis na vegetação — torna a família Amphibulimidae uma das menos amostradas entre as famílias neotropicais de gastrópodes terrestres. A taxa de descrição de espécies novas continua alta, com vários trabalhos da última década adicionando táxons, especialmente da Guayana Venezuelana e dos Andes equatorianos. O conhecimento da família para o Brasil, em particular, ainda é considerado incipiente.

Importância ecológica. Como gastrópodes arborícolas em florestas tropicais, os Amphibulimidae participam de processos ecológicos importantes — decomposição de matéria orgânica em troncos e galhos, dispersão de esporos de fungos e líquens, e fornecimento de presa para aves, répteis e mamíferos insetívoros do dossel.

Notas sobre coleta e conservação

Os Amphibulimidae são tipicamente encontrados em troncos, galhos e folhagem de florestas tropicais úmidas, frequentemente em alturas consideráveis (até dezenas de metros do solo no dossel) que dificultam a coleta direta. Conchas mortas são mais facilmente recuperadas em folhiço sob árvores, ou após queda por ventos fortes ou poda natural de galhos.

A maior parte do material em coleções históricas foi obtido em conjunto com expedições científicas amplas (Spix & Martius, Comisión Científica del Pacífico de 1862-1865, expedições da Sierra Nevada de Santa Marta), com poucos esforços específicos para a fauna malacológica arborícola. A coleta direcionada à família em florestas tropicais brasileiras ainda é prática rara, e há evidente lacuna de conhecimento entre a diversidade real da família no Brasil e o que está documentado em coleções científicas.

Para coleta científica em unidades de conservação federais ou estaduais, é necessária autorização SISBio do ICMBio. Áreas indígenas, parques nacionais e reservas biológicas têm restrições específicas que devem ser consultadas previamente.

Referências principais

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Breure A. S. H. 2009. — New Orthalicidae (Mollusca, Gastropoda) from Venezuelan Guayana: unravelling secrets from the Lost World. Zootaxa 2065: 25–50.

Breure A. S. H. & Schlögl J. 2010. — Additional notes on Orthalicidae from the Chimantá massif, Venezuelan Guayana, with descriptions of new species of Plekocheilus Guilding, 1828. Zootaxa 2416: 51–60.

Breure A. S. H., Groenenberg D. S. J. & Schilthuizen M. 2010. — New insights in the phylogenetic relations within the Orthalicoidea (Gastropoda: Stylommatophora) based on 28S sequence data. Basteria 74: 25–31.

Vera Caripe J. A. & Agudo-Padrón A. I. 2022. — The Amphibulimidae pulmonate forest snails deposited in the Malacological Collection of the “Museo de Biología de la Universidad Central de Venezuela – UCV”. Bioma.

Breure A. S. H. 1979. — Systematics, phylogeny and zoogeography of Bulimulinae (Mollusca). Zoologische Verhandelingen 168: 1–215. — monografia clássica de referência.

Breure A. S. H. & Araujo R. 2015. — A snail in the long tail: a new Plekocheilus species collected by the ‘Comisión Científica del Pacífico’ (Mollusca, Gastropoda, Amphibulimidae). ZooKeys 516: 85–93.

Salvador R. B. et al. 2024. — Checklist of the terrestrial gastropods of Brazil. Journal of Conchology. — checklist nacional de referência.

MolluscaBase eds. 2025. — MolluscaBase. Amphibulimidae P. Fischer & Crosse, 1873. Disponível em: https://www.molluscabase.org


Conquiliologistas do Brasil · Catálogo de famílias de moluscos sul-americanos
Última atualização: abril de 2026.