Isomeria globosa (Broderip, 1832)

CLASSE: GASTROPODA: TERRESTRE

FAMÍLIA: LABYRINTHIDAE

ESPÉCIE: Isomeria globosa (Broderip, 1832)

Tamanho médio: 37 mm

Ocorrência: Equador (Chimbirazo, Cotopaxi, Esmeraldas, Guayas, Los Ríos, Napo, Pastaza, Pichincha, Santo Domingo de los Tsáchilas, Tungurahua)

Localidade tipo: “insulae Tumaco, Columbiae Occidentalis”

Nome original: Carocolla globosa Broderip, 1832

Sinônimos: Helix (Isomeria) equestrata Germain, 1907; Helix subcastanea L. Pfeiffer, 1842; Isomeria subcastanea (L. Pfeiffer, 1842); Isomeria subcastanea var. kobeltiana Gude, 1900 

Fotos: (1,2) Natural History Museum, London: SYNTYPE de Isomeria subcastanea var. kobeltiana Gude, 1900, NHMUK 1923.2.23.1, Equador, 37.1mm

 

 

Isomeria subcastanea var. kobeltiana Gude, 1900 COMO Isomeria globosa (Broderip, 1832)

 

 

 

Figura: Breure, A. S. H. & Araujo, R. (2017): (A–C) Isomeria globosa (Broderip in Broderip & Sowerby I, 1832), MNCN 15.05/58516; (D-F)  Isomeria jacksoni Solem, 1966, MNCN 15.05/58512; (G-I) Isomeria juno (Pfeiffer, 1850), MNCN 15.05/13984; escala da linha = 5 mm

 

 

 

Fontes:

 

Descrição original: (como Carocolla globosa Broderip, 1832) Broderip, W. J. & Sowerby, G. B. I. (1832-1833). [Descriptions of new species of shells from the collection formed by Mr. Cuming on the western coast of South America, and among the islands of the southern Pacific Ocean.]. Proceedings of the Committee of Science and correspondence of the Zoological Society of London. Part II for 1832: 25–33 [21 April 1832], 50-61 [5 June 1832], 104–108 [31 July 1832], 113–120 [14 August 1832]; 173–179 [14 Jan. 1833], 194–202 [13 March 1833].disponível online em https://www.biodiversitylibrary.org/page/26730700
página(s): 30

 

Descrição original: (como Isomeria subcastanea var. kobeltiana Gude, 1900) Gude, G. K. (1900). Description of a new variety of Isomeria subcastanea, Pfr. The Journal of Malacology. 7: 144-146, figs. 1-2.disponível online em https://www.biodiversitylibrary.org/page/16100165#page/476/

 

Breure, A. S. H. & Araujo, R. (2017). The Neotropical land snails (Mollusca, Gastropoda) collected by the “Comisión Científica del Pacífico.”. PeerJ. 5, e3065.disponível online em https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5354113/#
página(s): 119, figs. 46A-46C
b

 

Breure, A. S. H., Roosen, M. T. & Ablett, J. D. (2022). Land and freshwater molluscs of mainland Ecuador: an illustrated checklist. Iberus. 40(1): 1-290.
página(s): 214-216, figs. 289, 301

 

Solem, A. (1966). Neotropical land snail genera Labyrinthus and Isomeria (Pulmonata, Camaenidae). Fieldiana: Zoology. 50: 1-226.disponível online em https://biodiversitylibrary.org/page/2780997
página(s): 190

 

Natural History Museum (2025). Natural History Museum (London) Collection Specimens. Occurrence dataset https://doi.org/10.5519/qd.cv5d8yso accessed via GBIF.org on 2026-01-27. https://www.gbif.org/occurrence/1135502442

 

MolluscaBase: https://molluscabase.org/aphia.php?p=taxdetails&id=1374361

Legenda

Árvore

Vive em árvores e arbustos

Pedra

Vive sob ou sobre pedras

Coral

Vive em corais ou recifes

Algas

Vive em algas marinhas

Cascalho

Vivem em fundos de cascalho de coral, pedra ou conchas

Terra

Vive no solo. Sob folhas ou enterada parte do tempo

Areia

Vive em fundos arenosos, enterrada ou sob ele.

Plantônico

Animais que nadam ou vivem livremente

Associado

Presos a certos animais ou parasitando

Lodo

Vive em fundos lodosos

Plantas aquáticas

Vive em plantas de água doce

Desconhecido

Seu habitat é desconhecido

Herbívoro

Alimenta-se de plantas e algas

Carnívoro

Alimenta-se de outros animais

Onívoro

Alimenta-se de qualquer fonte

Necrófago

Alimenta-se de animais mortos

Desconhecido

Seu hábito alimentar é desconhecido

Abundante

Comum

Incomum

Raro

Ultra raro