Stenophysa marmorata (Guilding, 1828)

CLASSE: GASTROPODA: ÁGUA DOCE

FAMÍLIA: LYMNAEIDAE

ESPÉCIE: Stenophysa marmorata (Guilding, 1828)

Tamanho médio: 9 mm

Ocorrência: América Central e Caribe, Brasil, Venezuela, Argentina

Localidade tipo: St. Vincent, Lesser Antilles

Nome original: Physa marmorata Guilding, 1828

Sinônimos: Aplecta sowerbyana (A. d’Orbigny, 1841); Aplexa (Stenophysa) sowerbyana (A. d’Orbigny, 1841); Aplexa marmorata (Guilding, 1828); Aplexa rivalis antillarum H. Beck, 1838; Limnea (Physa) rivalis G. B. Sowerby I, 1822; Physa acuminata A. Villa & G. B. Villa, 1841; Physa acuminata G. B. Sowerby II, 1873; Physa guadeloupensis Clessin, 1886; Physa margaritacea E. von Martens, 1873; Physa marmorata Guilding, 1828; Physa salleana Dunker, 1853; Physa sowerbyana A. d’Orbigny, 1841; Physa ventricosa G. B. Sowerby II, 1873 

Fotos: (1,2) The Academy of Natural Sciences, Philadelphia: SYNTYPE de Physa cornea Preston, 1907, ANSP MO98093, Venezuela, Mérida, 9.1 mm

 

 

 

Fontes:

 

Descrição original: (como Physa marmorata Guilding, 1828) Guilding, I. (1828). Observations on the zoology of the Caribbean Islands. The Zoological Journal. 3: 527-544., disponível online em https://www.biodiversitylibrary.org/page/27486053
página(s): 534

 

Descrição original: (como Physa sowerbyana A. d’Orbigny, 1841) Orbigny, A. d’. (1841-1853). Mollusques. In: R. de la Sagra (ed.). Histoire physique, politique et naturelle de l’Ile de Cuba. Arthus Bertrand, Paris. Vol 1: 1-264, pls 1-21 [pp. 1-16, pl. 1 [1840]; 17-208, pls 2-11, 4bis [1841]; 209-264, pls 12-21 [1842]; Vol. 2: 1-380, pls 22-28 [pp. 1-112, pl. 22 [1842]; 113-128, pl. 23 [1845]; 129-224, pl. 24 [1851]; 225-380, pls 25-28 [1853] [pp. 145-176 missing]., disponível online em http://www.biodiversitylibrary.org/item/138987
página(s): 1: 190-191; 2: pl. 13, figs. 11-13

 

Descrição original: (como Limnea (Physa) rivalis G. B. Sowerby I, 1822) Sowerby I, G. B. (1821-1834). The genera of recent and fossil shells, for the use of students, in conchology and geology. Published in 42 parts. Vol. 1, pls 1-126 [1821-1825]; vol. 2, pls 127-262 + text (unpaginated) [1825-1834]. London: G. B. Sowerby, disponível online em https://www.biodiversitylibrary.org/page/45486673
página(s): Limnea, fig. 9

 

Descrição original: (como Physa acuminata A. Villa & G. B. Villa, 1841) Villa, A. & Villa, J. B. (1841). Dispositio systematica conchyliarum terrestrium et fluviatilium quae adservantur in collectione fratrum Ant. et Jo. Bapt. Villa. Conspectu abnormitatum novarumque specierum descriptionibus adjectis. 62 pp. (+ 2 pp. Resumptus numeralis specierum + Errata). [≥ April]. Mediolani: Borroni & Scotti., disponível online em https://biodiversitylibrary.org/page/54159030
página(s): 32

 

Descrição original: (como Physa ventricosa G. B. Sowerby II, 1873) Sowerby, G. B. II. (1873-1874). Monograph of the genus Physa. In: Conchologia iconica, or illustrations of the shells of molluscous animals, vol. 19, pls 1-12 and unpaginated text. L. Reeve, London. [publication dates: pls. 2-7, Feb. 1873; 8-10, Apr. 1873; 1, 11, 12, Nov. 1874]., disponível online em https://www.biodiversitylibrary.org/page/8218229
página(s): pl. 9, fig. 74

 

Descrição original: (como Physa salleana Dunker, 1853) Dunker, W. (1853). Limnaeacea nova collectionis cumingianae. Proceedings of the Zoological Society of London. 21: 53-54., disponível online em https://www.biodiversitylibrary.org/page/30747180

 

Taylor, D. W. (2003). Introduction to Physidae (Gastropoda: Hygrophila); biogeography, classification, morphology. Revista de Biología Tropical. 51(Suppl. 1): 1-263 (includes a Catalog of species, pp. 197-263)., disponível online em https://tropicalstudies.org/rbt/attachments/suppls/sup51-1%20Physidae/Physidae%20Information.pdf
página(s): 113, figs. 95-108, Pl. 5, fig. 3

 

Paraense, W. L. (1986). Physa marmorata Guilding, 1828 (Pulmonata: Physidae). Memórias do Instituto Oswaldo Cruz. 81(4): 459-469., disponível online em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0074-02761986000400014

 

Simone, L. R. L. (2006). Land and Freshwater Molluscs of Brazil. Editora Gráfica Bernardi, FAPESP. São Paulo, 390 pp.
página(s): 101

 

Sartini, B., Ovando, X. M. C., Altomari, L. N., Macanha, F. L., Rossi, M. F., & D’Ávila, S.. (2024). Assessing the role of taxonomic impediment in the knowledge on geographic distribution of Physidae (Gastropoda: Hygrophila) in South America, using an intensive-data approach. Anais Da Academia Brasileira De Ciências, 96(2), disponível online em https://doi.org/10.1590/0001-3765202420230972

 

MolluscaBase: https://molluscabase.org/aphia.php?p=taxdetails&id=1253849

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Legenda

Árvore

Vive em árvores e arbustos

Pedra

Vive sob ou sobre pedras

Coral

Vive em corais ou recifes

Algas

Vive em algas marinhas

Cascalho

Vivem em fundos de cascalho de coral, pedra ou conchas

Terra

Vive no solo. Sob folhas ou enterada parte do tempo

Areia

Vive em fundos arenosos, enterrada ou sob ele.

Plantônico

Animais que nadam ou vivem livremente

Associado

Presos a certos animais ou parasitando

Lodo

Vive em fundos lodosos

Plantas aquáticas

Vive em plantas de água doce

Desconhecido

Seu habitat é desconhecido

Herbívoro

Alimenta-se de plantas e algas

Carnívoro

Alimenta-se de outros animais

Onívoro

Alimenta-se de qualquer fonte

Necrófago

Alimenta-se de animais mortos

Desconhecido

Seu hábito alimentar é desconhecido

Abundante

Comum

Incomum

Raro

Ultra raro