Aplysia brasiliana Rang, 1828

CLASSE: GASTROPODA: MARINHO

FAMÍLIA: APLYSIIDAE

ESPÉCIE: Aplysia brasiliana Rang, 1828

Tamanho médio: 100 – 120 mm

Profundidade: 0 – 30 m

Habitat: fundo com pedras

Alimentação: herbívoro

Ocorrência no Brasil: ES até RS

Localidade Tipo: Brasil

Nome original: Aplysia brasiliana Rang, 1828

Etimologia: o nome da espécie é uma referência à localidade tipo

Sinônimos: Aplysia guadaloupensis G. B. Sowerby II, 1869; Aplysia livida A. d’Orbigny, 1836

 

Fotos: (1) observação iNaturalist 538291364, crédito: Antonio Amaral, Ilhabela, São Paulo, 17.vii.2025

 

 

 

Fontes:

 

Descrição original: Rang, S. (1828). Histoire naturelle des Aplysiens. Paris: Firmin Didot. 83 pp. 24 pls., disponível online em https://www.biodiversitylibrary.org/page/14983674

 

Descrição original: (como Aplysia guadaloupensis G. B. Sowerby II, 1869) Sowerby, G. B. II. (1869). Monograph of the genus Aplysia. In: Conchologia iconica, or, Illustrations of the shells of molluscous animals, vol. 17, pls 1-10 and unpaginated text. L. Reeve & Co., London. [August 1869]., disponível online em https://www.biodiversitylibrary.org/page/10975189
página(s): species 19, pl. 5 fig.19

 

Descrição original: (como Aplysia livida A. d’Orbigny, 1836) Orbigny, A. D. d’. (1834-1847). Voyage dans l’Amérique méridionale (le Brésil, la république orientale de l’Uruguay, la République argentine, la Patagonie, la république du Chili, la république de Bolivia, la république du Pérou), exécuté pendant les années 1826, 1827, 1828, 1829, 1830, 1831, 1832 et 1833. Tome 5(3) Mollusques. pp. i-xliii, 1-758, 85 plates [pls 1-2, 1834; pp. 1-104, pls 3-7, 10, 12, 1835; pp. 105-184, pls 8-9, 11, 13-23, 25-28, 1836; pls 24, 29-43, 41bis, 45-46, 1837; pp. 185-376, pls 44, 47-52, 55, 1838; pls 54, 56-65, 1839; pl. 66, 1840; pp. 377-488, pls 53, 67-77, 80, 1841; pp. 489-758, 1846; pls 78-79, 82-85, 1847]., disponível online em https://www.biodiversitylibrary.org/page/49211253
page(s): pl. 18 figs 3-5 [1836]; 206 [1838]

 

Medina M., Collins T. & Walsh P.J. (2005). Phylogeny of sea hares in the Aplysia clade based on mitochondrial DNA sequence data. Bulletin of Marine Science. 76(3): 691-698.
note: treated as a synonym of Aplysia fasciata Poiret, 1789

 

Pereira, Renato & Contreras, Andressa & Ribeiro, Felipe & Guimarães, Marcus & Sudatti, Daniela. (2025). Feeding preference of the sea hares Aplysia brasiliana and A. juliana from Brazilian littoral: Different trophic specializations. Ocean and Coastal Research. 10.1590/2675-2824073.24112.

 

Saad, Luiza & Cunha, Carlo & Colpo, Karine & Valdes, Angel. (2014). It’s not what it looks like: Molecular data fails to substantiate morphological differences in two sea hares (Mollusca, Heterobranchia, Aplysiidae) from southern Brazil.. Helgoland Marine Research. 68

 

Schuab, João & Paula, Midiã & Ocaris, Enrique & Milagres, Mateus & Motta, Daniel & Costa, Mercia. (2023). First record of microplastic in the Brazilian sea hare Aplysia brasiliana Rang, 1828 (Mollusca: Aplysiidae). The Science of the total environment. 895. 165156. 10.1016/j.scitotenv.2023.165156.

 

Molluscabase: https://molluscabase.org/aphia.php?p=taxdetails&id=160029

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Legenda

Árvore

Vive em árvores e arbustos

Pedra

Vive sob ou sobre pedras

Coral

Vive em corais ou recifes

Algas

Vive em algas marinhas

Cascalho

Vivem em fundos de cascalho de coral, pedra ou conchas

Terra

Vive no solo. Sob folhas ou enterada parte do tempo

Areia

Vive em fundos arenosos, enterrada ou sob ele.

Plantônico

Animais que nadam ou vivem livremente

Associado

Presos a certos animais ou parasitando

Lodo

Vive em fundos lodosos

Plantas aquáticas

Vive em plantas de água doce

Desconhecido

Seu habitat é desconhecido

Herbívoro

Alimenta-se de plantas e algas

Carnívoro

Alimenta-se de outros animais

Onívoro

Alimenta-se de qualquer fonte

Necrófago

Alimenta-se de animais mortos

Desconhecido

Seu hábito alimentar é desconhecido

Abundante

Comum

Incomum

Raro

Ultra raro